As stablecoins permanecem avançando no mundo todo. Reconhecidas como meio de pagamentos e de transferências internacionais, elas vêm ganhando cada vez mais espaço no mercado de criptomoedas.

A maior delas, por exemplo, a Tether, lançou sua satablecoin na blockchain da Algorand, que usa como mecanismo de consenso o proof-of-stake. Segundo a empresa, o dólar tether (USDT) vai passar a ter tempos de confirmação inferiores a quatro segundos e taxas de transação mínimas. E a empresa pretende se expandir para outras blockchains.

Na Alemanha, a notícia é que a fintech Bitbond, de serviços de empréstimo e tokenização, anunciou uma parceria com o banco Bankhaus von der Heydt para estruturação de ativos usando a tecnologia blockchain. O banco planeja lançar valores mobiliários tokenizados, bem como emitir uma stablecoin pareada ao euro e atuar em custódia.

Charles Hoskinson, CEO da Cardano, deu a entender em um tuíte que pretende lançar uma stablecoin descentralizada, no modelo da DAI, da MakerDAO.

Stablecoin pareada ao dólar canadense

E do Canadá vem a notícia de que o gestor de fundos de investimento 3iQ e a firma blockchain Mavennet lançaram em conjunto uma stablecoin pareada ao dólar canadense, a CAD. Como a maior parte das stablecoins, ela roda na blockchain da Ethereum no padrão ERC-20.

No Brasil, o BRZ movimentou cerca de US$ 35 milhões em sete meses e a projeção para 2020 é superar US$ 10 milhões por dia em volume de negociação, alcançando o total de US$ 250 milhões transacionados até o final do ano.