A plataforma de crypto SPPYNS nasceu de pais brasileiros na Suíça. A empresa anunciou um novo investimento, baseado em BRZ, a primeira stablecoin lastreada em reais. O investimento com BRZ é fruto de uma parceria com a gestora de criptomoedas Mercurius Crypto. Assim, pessoas de diferentes países podem ter uma opção menos volátil ao investir.

O investimento é feito por meio do Mercurius Brazil Fund e usa o BRZ como referência para garantir bom desempenho e rentabilidade, explica o CoinTelegraph. Além disso, o fundo usa análises técnicas para uma melhor tomada de decisões. Ainda conforme o site, a rentabilidade anual do investimento está em 8,71%. E o aporte mínimo exigido para investir neste produto é de 6 mil BRZ.

Investimento com BRZ teve pouca perda, mesmo com a crise

“Trata-se de um projeto inovador, criado por jovens talentosos do mundo de crypto finance, que já apresentam estratégias de criptoinvestimentos e viram na SPPYNS uma forma de expansão de seus negócios, nacional e internacionalmente”, disse o chefe de investimentos da SPPYNS, Eduardo Cavendish, em referência ao BRZ, ainda conforme o CoinTelegraph.

Cavendish ressaltou, além disso, duas características deste produto de investimentos. Em primeiro lugar, “a baixa correlação com qualquer ativo do mercado”, o que faz do fundo, portanto, “uma ótima alocação mesmo em carteiras com bitcoins”. A segunda ele vê como mais importante, que é seu uso como reserva de valor. “Mesmo em períodos de crise global ou em grandes movimentos negativos do Bitcoin, o produto não sofreu grandes perdas”, concluiu.

Opção com moeda lastreada em dólar

A plataforma também lançou o SIAS Total Capital Protection. O produto é baseado no USDT, stablecoin lastreada em dólar. E seu foco é o investidor global conservador, explica o CoinTelegraph, que quer usar criptoativos para, assim, proteger o capital. O aporte mínimo é de 2 mil USDT.

A SPPYNS funciona como uma espécie de marketplace de serviços financeiros. Ela conecta gestores de criptoativos a investidores. A empresa opera na Suíça, onde há o chamado Crypto Valley. A região ganhou este nome graças ao incentivo ao setor crypto e de blockchain. Em setembro, a Suíça aprovou reformas na lei para adequar a legislação a estas tecnologias. O polo fica em Zug, cidade que, de acordo com o Swissnex Brazil, já em 2016 tinha, por exemplo, máquinas de venda bitcoins em estações de trem.

Caso tenha algum comentário ou contribuição para o PanoramaCrypto, entre em contato com a nossa Redação.
Um token pareado ao Real Brasileiro