A pandemia da Covid-19 pegou o mundo desprevenido e quem não tinha reserva de emergência aprendeu da pior maneira possível o quanto ela é fundamental para todo tipo de investidor.

A conclusão é de especialistas que participaram na segunda-feira de live sobre sobre planejamento financeiro para montar uma carteira de investimentos diversificada, durante a segunda edição da Money Week.

“É um sufoco viver este momento de medo de ficar doente e de medo de ver as suas finanças em desordem “, avaliou Annalisa Dal Zotto, planejadora financeira e sócia da ParMaris.

Para ela, quem realmente deixou o dinheiro guardado para a emergência, viu que esta reserva é uma “dádiva”. “Percebo que, agora, as pessoas estão entendendo que a organização financeira será um importante legado”, afirmou, lembrando que a pandemia é um problema de saúde, mas também de economia e finanças.

Segundo Dal Zotto, a  pandemia mostrou o quanto o planejamento financeiro pessoal é válido, importante,  libertador e dá segurança. “Reservas financeiras são importantes e servem para serem utilizadas em oportunidades de investimentos e para uso emergências como a decorrente da pandemia”, observou.

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Crise tem potencial de mudar a atitude das pessoas em relação ao dinheiro

Para André Massaro, educador financeiro e autor de livros sobre o tema, a pandemia pode deixar um legado importante para o planejamento financeiro pessoal.

“A pandemia de covid-19 evidenciou série de fragilidades das pessoas que foram pegas despreparadas financeiramente “, disse, acrescentando que a crise atual tem potencial de mudar a atitude das pessoas em relação ao uso do dinheiro.

Reservas financeiras são importantes e servem para serem utilizadas em oportunidades de investimentos e para uso emergências como a decorrente da pandemia.

O contexto econômico atual, imposto pelas medidas de combate ao coronavírus, aponta para uma recessão prolongada e abre uma janela de oportunidade única para investimentos em ativos tradicionalmente anticíclicos no ano de 2020, como os criptoativos. A afirmação, que está na tese de investimentos da Transfero, foi feita pelo CEO da empresa, Thiago Cesar, em artigo publicado no Money Times.

Segundo o texto, investimentos em ouro e bitcoin se sobressaem, tanto do ponto de vista de proteção de patrimônio como na busca por retornos em momentos de incerteza global. Isso especialmente no Brasil, que pode ter sua moeda fortemente desvalorizada ante o cenário atual.