Em setembro de 2017 o bitcoin sofreu uma forte queda após o CEO do J.P. Morgan, Jamie Dimon, declarar publicamente que considerava o bitcoin uma fraude. Naquela época, muitos ainda estavam inseguros sobre questões regulatórias relacionadas às criptomoedas. Também estavam céticos em relação a utilização delas por grandes instituições financeiras.

Entretanto, com um público cada vez mais confiante e otimista sobre o futuro do bitcoin, o jogo começa a virar. Grandes corporações como o Morgan Stanley começam a demonstrar interesse em criar produtos ligados às criptomoedas.

Especula-se que o banco americano esteja planejando criar produtos utilizando derivativos de criptomoedas.

Uma indicação nesse sentido é que recentemente, o banco contratou Andrew Peel, Bitcoin Expert que trabalhou por quase doze anos no Credit Suisse como head da divisão de crypto. Portanto, a contratação pode indicar mudanças em relação a visão da empresa sobre o mundo das criptomoedas.

Outras instituições de olho

No entanto, o banco não está sozinho nessa empreitada. Outras empresas de serviços financeiros, como Goldman Sachs Group Inc. e Citigroup Inc. também têm realizado estudos sobre a criação de produtos baseados em criptomoedas.

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Mudança de postura

Dessa forma, a seriedade com que os grandes bancos têm tratado o mundo das criptomoedas demonstra que os tempos de incertezas ficaram no passado. O que essas grandes instituições financeiras têm percebido é que, enquanto eles subestimaram o potencial do bitcoin, deixaram de ganhar dinheiro. No entanto, outras empresas foram mais ousadas e atualmente são reconhecidas por sua visão antecipada em relação as criptomoedas.

Assim, o movimento que as grandes instituições financeiras fazem agora é o de “correr atrás do prejuízo”, afinal de contas, quanto eles ainda deixarão de lucrar enquanto insistem em uma visão cética, cada vez menos convincente?

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