O mercado cripto iniciou o ano com queda na cotação das principais moedas, principalmente pelas preocupações com o avanço da variante ômicron e os possíveis impactos na economia.

Na primeira semana de janeiro, o bitcoin já estava na casa dos US$ 42 mil. No final do mês a moeda líder ficou abaixo de US$ 35 mil, atingindo seu valor mais baixo desde julho de 2021. Além da preocupação com a Covid, outros fatores – como a ameaça de restrições aos criptoativos na Rússia – influenciaram essa queda.

O movimento de baixa deixou o mercado em alerta e várias moedas, como o ether (Ethereum) também tiveram queda no mês. Porém, no início de fevereiro esse movimento se reverteu. No dia 4, o bitcoin voltou a superar US$ 40 mil e na data em que este texto foi escrito (8 de fevereiro) a moeda estava cotada em US$ 43,5 mil. A recuperação animou o mercado e outros criptoativos também se valorizaram.

Nos últimos 30 dias (encerrados em 8 de fevereiro), as moedas com melhor desempenho, dentre os projetos mais consistentes do mercado, foram a FTT, da FTX, com alta de 25,04%, e a ADA (Cardano), com variação positiva de 0,58%. Inclusive, nos últimos sete dias (entre 1 e 8 de fevereiro), a ADA foi a com melhor performance, com alta de 10,37%. Já o token FTT valorizou 4,34%.

FTT

Criado em maio de 2019, o FTT é a espinha dorsal do ecossistema da FTX. Na data em que esta matéria foi escrita, ele estava cotado em US$ 46,05 e o volume de negociações nas últimas 24 horas havia sido de US$ 168 milhões.

A FTX, criada por Sam Bankman-Fried e Gary Wang e a empresa, é uma das maiores corretoras de criptoativos do mundo e é apoiada pela Alameda Research, uma das principais empresas de negociação de criptomoedas e uma das maiores provedoras de liquidez.

ADA

Cotada (em 8 de fevereiro) em US$ 1,16, a ADA teve um volume de negociações superior a US$ 2 bilhões nas 24 horas anteriores.

Fundada em 2017, a Cardano é uma blockchain proof-of-stake, que se autodenomina aberta e inclusiva. Criada por Charles Hoskinson, que também foi um dos idealizadores do Ethereum, a ADA é considerada a terceira geração de criptomoedas, atrás do bitcoin e ether.

Quais as melhores criptomoedas para investir?

Não existe uma resposta correta para essa pergunta. As melhores criptomoedas para investir são aquelas que representam um projeto que vai solucionar algum problema associado ao mercado de criptomoedas.

Nesse contexto, as novas blockchains, como a Solana, e exchanges descentralizadas, como a Serum, têm se proposto para fornecer soluções inovadoras, seja para melhorar a segurança, velocidade e escalabilidade das blockchains, seja para fornecer serviços financeiros totalmente descentralizados.

Qual a melhor corretora de criptomoedas?

O mercado de corretoras de criptomoedas está cada vez mais competitivo. Existem diversas plataformas para compra e venda de criptomoedas. Como não são reguladas, o usuário deve buscar as plataformas mais confiáveis e com maior liquidez, como a Transfero Crypto. No entanto, existem outras plataformas no exterior que oferecem uma gama muito mais ampla de serviços financeiros, como a FTX, que aceita depósitos diretamente em reais.

Como investir em criptomoedas

Existem algumas formas de investir em criptomoedas e elas mudam de acordo com o grau de complexidade. Veja algumas alternativas:

  • Comprar cotas de fundos de criptomoedas
  • Comprar diretamente em uma exchange
  • Por meio da mineração.

Como armazenar criptomoedas

As duas principais maneiras para guardar seus criptoativos são por meio de uma wallet, que pode ser quente (ligada à internet) ou fria (não conectada à rede), ou mantendo os ativos na própria exchange. Neste último caso, contudo, o investidor não tem acesso à sua chave privada, ficando em risco caso a exchange dê algum problema.

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