Lançada há menos de dois anos, a FTX se tornou a quarta maior exchange do mundo em volume ajustado. De acordo com dados do Monitor de Volume Global, a FTX somou US$ 11.550.592.455 em operações até o momento em que este texto foi escrito. Assim, a plataforma da Alameda fica atrás apenas de Binance, Huobi Global e OKex.

Em dezembro de 2020, a FTX alcançou os US$ 3,5 bilhões de valor de mercado, e se tornou um “unicórnio”. A denominação se refere às companhias cujo valor de mercado chega à marca de US$ 1 bilhão.

O marco coroou um ano importante para a FTX. Desde maio, ela tem uma parceria com a Transfero e o BRZ — stablecoin da Transfero pareada ao real —, o que impulsionou os negócios da plataforma no Brasil. A empresa também mudou suas taxas e, assim, ficou mais competitiva para os brasileiros.

Em 2020, FTX criou exchange em rede alternativa ao Ethereum

Além disso, a empresa expandiu seus negócios para a blockchain Solana — uma alternativa ao Ethereum mais rápida e mais barata. Lá, a FTX criou a exchange descentralizada Serum. Para Carlos Russo, CFO da Transfero, o Serum é interessante “porque replica um ambiente de exchange de forma totalmente descentralizada e, por isso, está imune a qualquer interferência regulatória e governamental”.

No topo do ranking, está a Binance, com US$ 74.479.872.905. A criptomoeda nativa do ecossistema da Binance experimentou forte valorização recentemente, graças a fatores como o crescimento dessa exchange, por exemplo. Já a segunda colocada, a Huobi Internacional, registrou US$ 35.464.168.519 em volume de negociações, enquanto a OKEx anotou US$ 29.260.291.958.

A FTX lançou o monitor de volume no último ano com o objetivo de dar a seus clientes “dados mais precisos para que eles tomem decisões mais informadas”, conforme nota no site da empresa. A plataforma atualiza os dados diversas vezes a cada hora. Isso é possível graças ao auxílio da Alameda Research.

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