As medidas do governo chinês, que primeiro alertou que criptomoedas não devem ser consideradas dinheiro real e, depois, anunciou que iria reprimir a mineração e o trade, causaram grandes impactos ao mercado. O bitcoin está se mantendo abaixo de US$ 40 mil e todas as demais moedas tiveram queda. Apenas as stablecoins se mantiveram estáveis, com mínima valorização.

Assim, na semana entre 18 e 25 de maio, a única moeda que realmente se valorizou (na comparação com o bitcoin) foi a Celsius, uma plataforma DeFi que viabiliza rendimentos em criptoativos. Porém, a boa performance não aconteceu em dólar. Vale alertar que essa é uma criptomoeda com grande volatilidade e que oferece alto risco para o investidor, já que não está entre os projetos mais consolidados.

Saiba mais sobre a plataforma Celsius e seu token

No momento em que esta matéria foi escrita, a Celsius estava na posição 59 do ranking da CoinMarkepCap. Com valor de R$ 36, 77, a moeda apresenta capitalização de mercado de R$ 8.782.025.222. Vale destacar que a Celsius (CEL) é uma plataforma de serviços bancários e financeiros para usuários de criptomoedas. Seu token, CEL, desempenha diversas funções internas, incluindo aumentar as recompensas para os usuários se for usada como moeda de pagamento.

Lançada em junho de 2018, a plataforma oferece recompensas para quem faz depósitos em criptomoedas, além de serviços como empréstimos e pagamentos na carteira. 

O objetivo da plataforma é oferecer serviços financeiros diferenciados dos tradicionais, o que inclui poupanças com taxas de retorno mais elevadas, maior simplicidade em empréstimos e recompensas automáticas, calculadas por algorítmicos.

A plataforma também funciona como uma carteira, por meio de seu recurso CelPay, e hospeda seu próprio token (CEL). Por ser uma empresa com fins lucrativos, a Celsius devolve 80% de sua rentabilidade para os usuários (o restante corresponde ao pagamento de juros). A empresa também empresta para entidades institucionais, como fundos de hedge.

Os pagamentos são garantidos porque os empréstimos são apoiados por ativos, e qualquer mutuário deve fornecer mais de 100% do que ele obtém emprestado na moeda de destino.

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