Dois projetos relacionados à tecnologia blockchain foram selecionados pela primeira edição do SandBox regulatório da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Voltados para a tokenização de ativos, somente três projetos foram aprovados na fase final do processo seletivo.

No total, 33 projetos foram inscritos no SandBox regulatório da CVM. Lançado no final de 2020, na primeira fase a comissão desclassificou 27 projetos por falta de informações e/ou elegibilidade.

Com a fase de desclassificação inicial, seis projetos foram avaliados pela CVM, que decidiu aprovar apenas três deles no final.

Os projetos selecionados foram apresentados pelas empresas Vórtx Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários e Vórtx QR Tokenizador; Basement Soluções de Captação e Registro e Beegin Soluções em Crowdfunding, Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP) e Flow Representações (Finchain).

O projeto apresentado pelas empresas Beegin Soluções em Crowdfunding, Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP) e Flow Representações (Finchain) utilizará a tecnologia blockchain para tokenizar títulos de valores mobiliários voltados para empresas de pequeno e médio porte.

Enquanto isso, o projeto das empresas Vórtx Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários e Vórtx QR Tokenizador pretende tokenizar cotas de fundos fechados e debêntures.

Lançada em maio de 2020, a Instrução CVM 626 regulamentou o SandBox regulatório no Brasil. Segundo uma nota da CVM, a sandbox funcionará como um “ambiente experimental”.

“O sandbox regulatório da CVM é um ambiente experimental em que os participantes admitidos receberão autorizações temporárias e condicionadas para desenvolver inovações em atividades regulamentadas no mercado de capitais, e terão sua trajetória monitorada e orientada pela CVM.”

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