Na última quarta-feira, dia 27, o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) do Federal Reserve dos Estados Unidos decidiu elevar a taxa de juros no país, que subiu 0,75 pontos percentuais. O anúncio se refletiu no aumento do preço do bitcoin e também de outros criptoativos.

Pelo discurso do presidente do Fed, Jerome Powell, as mensagens foram um pouco mais ‘dovish’ – expressão que indica uma política monetária acomodatícia, que opta por manter os juros baixos –, o que gerou um otimismo no mercado, em meio à inflação alta e desaceleração econômica.

Desse modo, pela ótica do curto prazo, houve uma reação por parte dos compradores na região dos US$ 21 mil. Na análise da equipe de Research da Transfero, se essa força predominante continuar ativa, o bitcoin pode alcançar a zona dos US$ 27 mil nesse horizonte.

Já na visão de médio/longo prazo, é possível enxergar a média móvel de nove períodos pelo gráfico semanal ainda servindo como barreira para os preços. Caso ela seja rompida, os próximos níveis de resistência são vistos nas zonas dos US$ 27 mil, US$ 29 mil e US$ 31,5 mil.

Apesar do cenário macro não colaborar com boas expectativas para os mercados, o último movimento de baixa na cotação do bitcoin sugere uma correção mais forte por parte dos compradores.

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