Não é novidade que os criptoativos vêm obtendo melhor rentabilidade do que outros investimentos no Brasil. Diante da crise econômica e da inflação, que reduz o poder de compra e também desvaloriza o capital, muitos brasileiros estão se interessando pelo mercado crypto e, especialmente, pela moeda digital líder. Mas, como investir em bitcoin?

Para começar, não é difícil. Basta criar uma conta em uma das exchanges do setor, transferir o valor desejado e comprar. A maior parte delas tem operação bastante simples e não é necessário que o usuário iniciante conheça detalhes tecnológicos. A Transfero, empresa brasileira de ativos digitais, acaba de criar uma nova plataforma que simplifica a entrada do investidor iniciante no mercado. Por meio dela, além do bitcoin, é possível comprar BRZ e outras moedas, como Ethereum (ETH), Solana (SOL), USDCoin (USDC), USD Tether (USDT). 

“A ideia é democratizar o acesso aos ativos digitais. A plataforma será a porta de entrada para quem quer investir, mas ainda não sabe por onde começar”, explicou Thiago Cesar, cofundador e CEO da Transfero. 

Investir em bitcoin vale a pena?

No Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2021 (até outubro) a inflação foi de 6,90%. Nenhum investimento de renda fixa superou esse índice – a poupança, por exemplo, que ainda figura entre as principais aplicações dos brasileiros, acumulou rentabilidade nominal de 1,73% no mesmo período. Enquanto isso, o bitcoin teve valorização de 38%.

Esse bom desempenho do bitcoin não é recente. No ano passado (2020), a moeda digital também trouxe melhor resultado aos investidores. Isso fez com que vários fundos de investimento passassem a olhar o mercado crypto com outros olhos e criassem produtos que incluem em suas cestas de ativos o bitcoin. No Brasil, já existem mais de 100 opções de fundos, sem contar os ETFs. Entre estes, destacam-se o HASH11 e QBTC11.

Como investir em bitcoin?

Além da alternativa de investir por meio de fundos ou ETF, é possível comprar bitcoin diretamente de outros usuários ou abrindo uma conta em uma corretora. Para tanto, na maioria delas basta ter CPF e enviar os documentos necessários para o cadastro. 

Porém, é importante conhecer um pouco mais sobre o setor e a moeda; afinal, quem comprar bitcoin em um momento de alta, corre risco de perder dinheiro. Então, acompanhar o mercado e identificar momentos os ciclos de alta baixa são determinantes para otimizar rentabilidade. 

Lembre-se: comprar em um momento de alta pode significar perda de capital – a menos, claro, que seja um investimento de longo prazo. Assim, é preciso entender que a moeda sofre variações e que não existem garantias de retorno de curto prazo.

Veja algumas dicas para garantir o máximo de segurança ao seu investimento.

1. Escolha uma plataforma confiável

Procure conhecer a reputação e transparência da empresa e tenha cuidado com supostas promessas de grande rentabilidade. Não existem fórmulas mágicas.

2. Determine o valor a investir

Não é necessário adquirir 1 bitcoin inteiro para começar, é possivel adquirir frações e ir acumulando ao longo do tempo. Na nova plataforma da Transfero, é possível investir a partir de R$ 100,00.

3. Defina se a estratégia é de curto ou longo prazo

O mercado de criptoativos é marcado por valorizações exponenciais e possibilidade de ganhos de curto prazo. No entanto, é fundamental estar atento ao gerenciamento de risco e priorizar alocações de longo prazo.

O nível de exposição total a esse mercado deve sempre respeitar uma alocação responsável e adequada ao nível de conhecimento de cada investidor.

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