A adoção de criptoativos no Brasil pode ir além, transformando o país em uma potência de Finanças Descentralizadas (DeFi). De acordo com um novo estudo da Accenture, essa mudança deve acontecer nos próximos anos através da tokenização da economia.

Além do avanço da regulação de criptoativos no Brasil, que pode ser votada em 2022, o Banco Central está desenvolvendo uma CBDC, chamada real digital. Essas iniciativas podem contribuir para transformar o país em uma potência DeFi em âmbito mundial.

O valor investido em criptoativos por brasileiros já representa 3% do PIB. Em 2021, investidores do país mantinham R$ 270 bilhões em criptoativos armazenados em carteiras digitais.

Outro dado importante que reforça a adoção DeFi no Brasil é o aumento do uso de stablecoins. Em 2021, o volume de transações com esse tipo de criptoativo saltou 300%, em comparação com o ano anterior.

A adoção DeFi em escala global pode representar uma economia de US$ 150 bilhões em custos operacionais para o sistema financeiro. Enquanto isso, somente em 2021 foram investidos US$ 250 bilhões no setor.

A pesquisa da Accenture também afirma que a maioria dos brasileiros pensam em investir em criptoativos. Cerca de 60% dos entrevistados disseram que devem apostar pela primeira vez em moedas digitais em 2022.

A adoção massiva de projetos DeFi proporcionará maior tokenização de ativos em todo o mundo. O relatório da Accenture estima que 10% do PIB Global será tokenizado até 2027.

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